A Tabaqueira decidiu alterar a sua imagem para traduzir o processo de transformação pelo qual o seu negócio está a passar. No final de um ano que colocou as organizações à prova, testou a sua resiliência e impôs grandes desafios em termos de adaptação e flexibilidade, a subsidiária da Philip Morris International (PMI) em Portugal lançou uma newsletter institucional sobre Ciência, Inovação e Sustentabilidade. Além disso, alterou as cores do seu logotipo, de azul escuro e amarelo para azul e verde.
Para dar a conhecer a missão e o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido desde há cerca de quatro anos no fabrico de produtos sem combustão, uma alternativa menos nociva aos cigarros tradicionais, a Tabaqueira criou uma publicação que é, segundo a empresa, “um espaço de informação sem qualquer intuito comercial.”
Chama-se “Por um Futuro Melhor” e terá uma periodicidade trimestral. “Pretende dar a conhecer às muitas centenas de stakeholders as prioridades, preocupações e temas que estão na agenda de uma empresa que, além de ser uma das maiores exportadoras em Portugal, pretende ter um papel disruptivo na sociedade.” Ciência, Inovação, Sustentabilidade, ações de sensibilização e iniciativas de responsabilidade social são alguns dos temas que serão explorados.

Sustentabilidade refletida no verde do novo logotipo
Depois de décadas com um logotipo marcado pelo azul escuro e pelo amarelo torrado, a Tabaqueira avançou para “um refresh que suaviza o tom marinho e opta pelo verde.” A seleção das novas cores vai ao encontro de dois objetivos. Por um lado, aproxima-se da palete cromática da casa-mãe, sublinhando o alinhamento que existe no processo de transformação que está a levar a cabo nos mais de 180 países onde está presente. Por outro lado, a nova cor adotada, o verde, está muito ligada ao conceito que, nos últimos anos, se tornou central para o modelo de negócio da empresa: a sustentabilidade.
Miguel Matos, Diretor Geral da Tabaqueira, afirma: “Em conjunto com a nossa casa-mãe, assumimos o compromisso de construir um futuro livre sem fumo, colocando em marcha um processo de transformação do nosso negócio, no sentido da substituição dos cigarros por melhores alternativas, sem combustão, devidamente consubstanciados por evidência científica.”
O responsável explicou ainda que o paradigma da empresa assenta atualmente em investigação e desenvolvimento, procurando “reduzir as externalidades negativas associadas aos produtos e atividade.”
“Num ano em que fomos obrigados a refletir, pensámos que seria importante dar nota, de forma mais visível, do nosso posicionamento no mercado e na sociedade. Quisemos fazê-lo de uma forma suave, daí que optássemos pela atualização das cores”, acrescentou Miguel Matos.

Fumar é alvo de inovação
Desde 2016 que o grupo PMI está apostado em oferecer alternativas menos nocivas aos cigarros tradicionais, concentrando-se no fabrico de produtos sem combustão, como o IQOS. Portugal foi o quarto país no mundo a introduzir este sistema de tabaco aquecido em Portugal, sendo a Tabaqueira apresentada como um caso de sucesso pelos bons resultados apresentados.
Segundo comunicado da empresa, são já cerca de 250 mil os portugueses que trocaram os cigarros tradicionais por esta alternativa inovadora, que permite consumir nicotina sem combustão.
Em julho, a Agência Americana para a Segurança Alimentar e para o Medicamento, a Food and Drug Administration (FDA), autorizou a comercialização do IQOS e das unidades de tabaco aquecido como “Produto de Tabaco de Risco Modificado.”
A FDA concluiu que a evidência científica disponível comprova que o sistema IQOS é um produto de tabaco fundamentalmente diferente e uma melhor escolha para adultos que, de outra forma, continuariam a fumar, beneficiando por isso saúde da população no geral.
“Somos uma empresa guiada pelos factos e pela evidência científica. Pelo que, nestes tempos em que a informação e, simultaneamente, a desinformação proliferam, considerámos importante dar a conhecer a nossa missão e propósito. Acreditamos que, com o encorajamento regulatório necessário, assim como com o apoio da sociedade civil, conseguiremos caminhar progressivamente rumo a um futuro melhor, sem fumo”, refere Miguel Matos.
