Os CTT continuam a servir o País, mas foram mais longe – palavra de Miguel Salema Garção

As marcas mais do que nunca querem criar valor e mostrar relevância nos mercados onde atuam, fruto das exigências da pandemia. E os CTT não querem ficar atrás, aliás vão “mais longe”, diz Miguel Salema Garção, diretor de Comunicação, Sustentabilidade e Marketing.


Alteraram serviços e recriaram outros em tempo recorde, reforçaram o digital para que as empresas mantivessem a sua atividade e os portugueses pudessem comprar o que necessitavam saindo o menos possível de casa, e fazendo com que a economia continuasse a funcionar.

«Fazemo-lo com sentido de missão e entrega total, permitindo que todos os portugueses acreditassem que apesar desta pandemia, e não obstante todas as alterações que se fazem sentir, os efeitos podem ser menores quando uma marca se alia a vários parceiros para o bem da sociedade comum», explica Miguel Salema Garção.

Apesar das circunstâncias menos favoráveis, este é um ano especial em que a atividade de correio celebra 500 anos de história. «Esta pandemia veio marcar a história da nossa marca e a vida de todos nós. No entanto, tal como com outros desafios que têm surgido ao longo dos tempos, os CTT têm sabido reinventar-se».

Este sentido de missão e entrega total já faz parte do quotidiano de Miguel Salema Garção há 10 anos, quando assumia a direção da Comunicação e Relações Públicas (RP), posteriormente estendida à Marca e à Sustentabilidade. É sabido que em matéria de paixões, o Sporting Clube de Portugal está entre elas. Foi também neste clube que antes dos CTT chamava a si a pasta da Comunicação e RP durante três anos e integrara a estrutura da Sporting SAD. Tendo trabalhado ainda na AON Portugal e numa companhia de seguros portuguesa.

Colocámos as perguntas: A sua marca será a mesma? Como está a preparar o renascimento e a reinvenção da mesma para os tempos pós-COVID? Miguel Salema Garção aceitou o desafio:

«A pandemia que chegou sem avisar veio trazer mudanças significativas a todos nós, às empresas e naturalmente, às marcas. Quando nos deparámos com a COVID-19, a par das medidas de segurança para todos, foi crucial que as marcas agissem e mostrassem que estavam a exercer o seu propósito de forma correta, criando sobretudo valor e mostrando relevância nos mercados onde atuam.
Os CTT, para além de serem uma marca de confiança e de continuarem a servir o país da mesma forma, foram mais longe: alterámos serviços e recriámos outros em tempo recorde; reforçámos produtos e serviços digitais para que as empresas, independentemente da sua dimensão, continuassem com a sua distribuição e logística em atividade e para que os portugueses pudessem continuar a comprar o que necessitavam, saindo o menos possível de casa e fazendo com que a economia continuasse a funcionar.
Fazemo-lo com o sentido de missão e entrega total que nos move sempre, permitindo que todos os portugueses acreditassem que apesar desta pandemia, e não obstante das alterações que se fazem sentir, os efeitos podem ser menores quando uma marca se alia e responde a vários parceiros para o bem da sociedade comum.
Apesar das circunstâncias menos favoráveis, este é um ano especial em que a atividade de correio celebra 500 anos de história. Esta pandemia vem, sem dúvida, marcar a história da nossa marca e a vida de todos nós. No entanto, tal como outros desafios que têm surgido ao longo dos tempos, os CTT têm sabido reinventar-se. Assim continuaremos adaptando-nos às novas tendências, exigências e desafios que surjam, por forma a prestar um serviço de qualidade e adequado às necessidades do tempo em que nos encontramos. Porque a nossa entrega é total.»

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