Esta empresa é “amiga do ambiente e dos colaboradores”


A consultora JLL, especializada em imobiliário e gestão de investimento, renovou integralmente a sua sede em Lisboa, no edifício Héron Castilho, Rua Braamcamp, a dois passos da Praça Marquês de Pombal e da Avenida da Liberdade.

A renovação do espaço foi idealizada por uma equipa multidisciplinar da JLL, com especialistas em Workplace Strategy, Sustentabilidade e Branding. O projeto de arquitetura e a obra ficaram a cargo da Tétris, a empresa do grupo JLL de Design & Build. Existiram ainda várias atividades de Gestão da Mudança que preparam os colaboradores para “novas formas de trabalhar.”

Numa total reestruturação do espaço, o novo escritório da JLL conta agora com 180 postos de trabalho (dos quais 110 são lugares tradicionais e 70 lugares para trabalho colaborativo), 8 salas de reunião, 6 zonas colaborativas, vários phone e train booths, 1 auditório híbrido, o JLL Café e diversas áreas de lounge.


A ideia era ter “um escritório do futuro, um espaço mais amigo dos nossos colaboradores, colocando o seu bem-estar e conforto em primeiro lugar, mas que, ao mesmo tempo, fosse mais amigo do ambiente e que integrasse as novas tendências em termos de organização de espaço, de modelos de trabalho e de tecnologia”, comenta Pedro Lancastre, Diretor Geral da JLL Portugal, que assegura que o novo espaço está a ter impacto na produtividade e felicidade das pessoas.

Além do uso de matérias recicláveis e da iluminação 100% led, nos consumos o cuidado foi redobrado, com os sistemas de água, energia e papel a serem também otimizados. Com uma forte aposta na luz natural e em sistemas de maior eficiência energética, pretende-se obter poupanças anuais de energia na ordem de 15%.

No consumo da água, os novos sistemas das casas de banho vão permitir poupar mais de 200.000 litros de água potável por ano, comparando com os anteriores consumos do escritório, uma poupança de cerca de 40%.

Para dar uma ideia, Pedro Lancastre explica que a poupança de água equivale a 40.000 garrafões de 5 litros ou água para saciar a sede a 274 pessoas durante um ano, prevendo um consumo diário por pessoa de 2 litros.

A JLL criou ainda alguns lugares de estacionamento para bicicletas no edifício, além de estar a construir espaços para pequenas hortas na zona do terraço. O convite à ação dos colaboradores, com pequenas sugestões em todo o edifício, está também na agenda da consultora, que também oferece comidas saudáveis numa vending machine.

O investimento na tecnologia e no reforço das medidas de segurança que hoje ganham um destaque ainda mais importante não foram esquecidos no novo escritório, com a implementação generalizada do teletrabalho e novos protocolos de higienização.

Em termos tecnológicos, destacam-se as melhorias nos sistemas de gestão das salas de reunião, de acessos e de comunicação, com a utilização de sistemas audiovisuais que permitem reuniões virtuais mais imersivas e um sistema wi-fi por todo o escritório.

 

Escritório colaborativo e humano

O novo escritório integra duas grandes áreas. No piso 8 está a “fábrica”, a força da empresa, onde estarão as equipas em atividade e produção. Aqui estão os postos de trabalho e as zonas colaborativas, com a grande novidade de não existirem lugares atribuídos.

A mobilidade e flexibilidade trazidas pelo teletrabalho são o grande motivador desta opção, propondo-se que o escritório funcione, sobretudo, como um espaço de partilha, encontro e discussão entre as equipas, deixando o trabalho individual e de concentração para casa.


Existem secretárias tradicionais e regulares, mas também mesas altas mais próximas das janelas, zonas informais de reunião e diversos espaços lounge, destacando-se como exemplo máximo do tom de humanização que se pretende imprimir, um baloiço na zona central do piso.

No piso 11 concentram-se os espaços de reunião, a zona de copa comum e um auditório híbrido preparado para receber todo o tipo de eventos, desde formação interna a eventos externos, o JLL Café. Um dos pontos mais atrativos deste piso é o novo terraço panorâmico, que reativa um espaço que estava abandonado.

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