Como transformar a liderança para um futuro sem fumo? A questão abriu a apresentação de duas responsáveis da produtora de cigarros Tabaqueira, subsidiária portuguesa da Philip Morris International, durante a 2.ª edição da “Leading People – International HR Conference.” O evento, que aconteceu esta semana, pode ser visto na “Líder TV”, na posição 165 da grelha do MEO, e na SAPO Vídeos.

Para mostrar como a liderança evoluiu à medida que a visão da empresa sofria alterações, Susana Véstia, diretora de Pessoas e Cultura da Philip Morris International, e Margarida Cardoso, manager de Pessoas e Cultura da Tabaqueira, contaram a história de um líder fictício, o caso do Manuel.
O Manuel entrou na empresa como estagiário e foi progredindo internamente na sua carreira. É um líder admirado pelos seus colaboradores, conhece a empresa e o negócio em todas as suas variáveis, é um líder credível, a sua equipa confia nele e procuram-no quando precisam de tomar uma decisão.
Ele representa uma geração de “líderes detentores do conhecimento” que a equipa segue de forma quase cega sem questionar e pôr em causa as suas decisões. Este líder está completamente comprometido com os planos e com o que a empresa quer fazer. Mas quando chega o dia em que o seu estilo de liderança deixa de ser suficiente, o Manuel é obrigado a mudar e a transformar-se.

Quando a Philip Morris International decidiu construir um futuro sem fumo, oferecendo ao mercado produtos alternativos sem combustão, uma alternativa a cigarros convencionais, a liderança teve de evoluir e passar a saber comunicar a nova visão.
Como transformar a liderança para saber comunicar os novos produtos? “O Manuel está perdido e a sua confiança abalada: as respostas que tinha já não servem para as perguntas de hoje.” Com 20 anos de casa sabe que tem de recomeçar: aprender a desaprender. Entretanto, novos líderes entram na empresa para complementar as competências de quem já lá estava. Estes dois tipos e líderes têm de conviver e colaborar.
“O que pretendemos é humanizar a liderança, começando com um processo de autorreflexão apoiado por coaching”, dizem Susana Véstia e Margarida Cardoso. E o caminho seguido pela empresa americana tem sido feito pela liderança empática, aquela que sabe observar, ouvir as pessoas, perceber as suas motivações, crenças e valores para poder mobilizá-las em prole da organização.
A Philip Morris International acredita que não há transformação interna sem transformação da liderança. E não há nova liderança sem transformação e desenvolvimento pessoal de quem gere pessoas.

O “Leading People – International HR Conference” é uma iniciativa da Tema Central, do Lisbon Hub dos Global Shapers do Fórum Económico Mundial e da Câmara Municipal de Cascais, com a parceria institucional da CIP – Confederação Empresarial de Portugal, International Club of Portugal, APG – Associação Portuguesa de Gestão de Pessoas e da APESPE RH – Associação Portuguesa das Empresas do Sector Privado de Emprego e de Recursos Humanos.
O evento conta ainda com o apoio da Capgemini, Multipessoal, Axians, Tabaqueira, Multitempo, Consulting House, Sofia Calheiros & Associates, Turismo de Portugal, ASUS, Holmes Place, Lift, FCB Lisboa, Made2web e Carla Rocha Communication Training.
Conheça melhor esta visão transformadora da empresa:
