o Grupo Lego registou um crescimento de 7% na receita no primeiro semestre de 2020, em comparação com o mesmo período de 2019. As vendas ao consumidor cresceram 14% em comparação com o primeiro semestre de 2019, o market share global da marca aumentou e o lucro operacional aumentou 11% face a 2019.

Durante a pandemia, o grupo de brinquedos e construções lançou “Vamos Construir Juntos”, uma iniciativa digital para levar a aprendizagem por meio de brincadeiras a crianças cuja educação tenha sido interrompida devido à pandemia. “Let’s Build Together” viu milhares de horas de conteúdo online e ideias de jogo alcançarem mais de 80 milhões de utilizadores únicos em todo o mundo.
Além deste tipo de iniciativas sociais, a Lego lançou o LEGO Super Mario, uma experiência totalmente nova que combina jogo digital e físico. Também lançou o LEGO Monkie Kid, o primeiro tema desenvolvido em torno do folclore chinês.
Como resultado destes lançamentos, os downloads das instruções de construção digital da LEGO duplicaram para dois milhões e a cada dois segundos uma parte do conteúdo era partilhado no LEGO Life, uma aplicação de jogo digital, que tem mais de 9 milhões de utilizadores em 80 países.

Os visitantes da plataforma de comércio eletrónico LEGO.com duplicaram para mais de 100 milhões no primeiro semestre de 2020, em comparação com o mesmo período do ano anterior. A empresa tem planos para continuar a criar experiências únicas e está prestes a abrir cerca de 120 novas lojas em 2020, em que 80 serão inauguradas na China. Só no primeiro semestre deste ano foram abertas 46 lojas de venda ao público, com 30 a abrirem na China.
O CEO do Grupo Lego, Niels B. Christiansen, disse: “Muitas das principais tendências que moldam a nossa indústria, como a digitalização e o comércio eletrónico, estão em aceleração em resultado da pandemia. Vimos um forte crescimento no mundo digital e tradicional, uma rápida mudança para o e-commerce e a importância de ter um modelo operacional verdadeiramente global.”
Durante os primeiros seis meses de 2020, a empresa apoiou os mais afetados pela pandemia. Reaproveitou as máquinas de moldagem nas suas fábricas na Dinamarca, República Checa, Hungria e México para fabricar mais de meio milhão de viseiras para profissionais de saúde de primeira linha que precisavam de equipamentos de proteção individual (EPI).
