Jerónimo Martins: Mulheres ocupam 67% dos cargos de gestão no grupo de distribuição alimentar nacional

Definir metas ambiciosas para a representação e liderança das mulheres é o objetivo do Target Gender Equality, um programa das Nações Unidas para a igualdade de género a que o grupo de distribuição alimentar Jerónimo Martins aderiu.

A ideia é acelerar a igualdade de género nas empresas através da definição de metas para a representação e liderança das mulheres, em todos os níveis e em todas as áreas, alinhando as empresas envolvidas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Neste caso, trata-se do objetivo número 5 (ODS 5) da Agenda 2030 da ONU – “Alcançar a igualdade de género e dar poder a todas as mulheres e raparigas.”

Segundo Susana Correia de Campos, Head of Employee Relations e responsável pela agenda da diversidade e inclusão do Grupo, “o princípio de igualdade e não discriminação está bem definido no Código de Conduta do Grupo e reflete-se nas nossas políticas e práticas de recursos humanos.”

A responsável exemplifica com o facto de 67% dos cargos de gestão no Jerónimo Martins, aos vários níveis da organização, serem desempenhados por mulheres. “Nas operações em Portugal, é evidente o peso preponderante das mulheres nos cargos de gestão e de decisão. Na atual Comissão Executiva do Pingo Doce, 50% dos membros são mulheres, com responsabilidades e funções muito diversas, como direção-geral, direção de operações, direção financeira, direção de recursos humanos ou direção de marketing. No Recheio, quatro dos sete membros da Comissão Executiva são mulheres”, explica a empresa em comunicado.

“A igualdade de género é, acima de tudo, um compromisso, e foi por isso que nos associámos ao Target Gender Equality e ao diálogo com outros membros do Global Compact das Nações Unidas”, explicou.

O compromisso do Grupo já vem do Plano de Igualdade entre Homens e Mulheres 2020, um documento produzido no âmbito da legislação em vigor em Portugal, no qual o Grupo acrescentou outras iniciativas voluntárias às medidas de implementação obrigatória.

Destaque para a criação de um órgão interno (Comité para a Igualdade) para decisão e acompanhamento das medidas de igualdade e formalização das respetivas competências, ou a realização de ações de formação sobre procedimentos que previnam o enviesamento de género, dirigidos aos responsáveis pela seleção e recrutamento.

O Grupo, que emprega mais de 115 mil colaboradores em Portugal, Polónia e Colômbia, quer que as suas políticas e práticas de recursos humanos sejam, ao nível da igualdade de género, incorporadas com naturalidade e adotadas internamente nas diferentes fases do ciclo de vida dos colaboradores: do processo de recrutamento ao desenvolvimento e formação.

Saiba mais sobre o Target Gender Equality aqui.

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