
Com o objetivo de apoiar projetos que promovam o envelhecimento ativo, saudável e em casa, de pessoas com idade superior a 65 anos em situação de vulnerabilidade social, o BPI e a Fundação “la Caixa” acabam de lançar a 8.ª edição do Prémio Seniores.
O valor do Prémio Seniores é de 750 mil euros e podem candidatar-se, até 20 de abril, todas as instituições privadas sem fins lucrativos que apresentem projetos sólidos e inovadores nesta área.
O BPI e a Fundação “la Caixa” consideram fundamental o trabalho e a solidariedade prestados pelas instituições do terceiro sector junto de pessoas com mais de 65 anos, e que assume ainda uma maior importância na situação atual, num momento em que os seniores são um dos grupos de risco mais vulneráveis à pandemia de COVID-19.
O Prémio Seniores apoia projetos que contribuam para um envelhecimento ativo e saudável, combater o isolamento e promover a capacidade de continuarem a viver em casa e na comunidade, com segurança e autonomia. Estes prémios privilegiarão os projetos que apresentem respostas sociais nas seguintes áreas de atuação:
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- Envelhecimento saudável – assegurar necessidades básicas e promover a humanização da saúde em situações de sofrimento;
- Envelhecimento ativo – fomentar ações que retardem a degradação física, cognitiva, emocional e social;
- Envelhecimento em casa – promover serviços domiciliários, transporte, apoio a cuidadores, segurança e apoio com ajudas técnicas.
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Os projetos desenvolvidos em parceria com outra entidade, serão mais valorizados e podem concorrer a um valor superior. Também será dada uma atenção particular a projetos que enfoquem a humanização da saúde, em especial que promovam o apoio a cuidados paliativos, sendo esta uma das prioridades da ação da Fundação “la Caixa” em Portugal.
Desde 2013, o Prémio Seniores já atribuiu 4,5 milhões de euros, distribuídos por 194 projetos de instituições de solidariedade de Norte a Sul do País e Ilhas.
Em 2019, o BPI e a Fundação “la Caixa” contribuíram com um total de mais de 20 milhões de euros para apoiar as áreas da Ciência, Educação, Cultura e Solidariedade Social, tendo esta última representado perto de metade do total das verbas distribuídas em Portugal.
