
Elogiado por Bill Gates (“um livro ambicioso e provocador”), pelo antigo economista-chefe do Banco Mundial, Martin Wolf, (“importante e incrivelmente bem escrito e de leitura obrigatória”) e pelo Prémio Nobel da Economia de 2001, George Akerlof, (“a obra mais revolucionária de ciências sociais desde Keynes”), em O Futuro do Capitalismo é feito um diagnóstico das falhas do capitalismo e dada uma visão pragmática e realista de como o podemos reparar, de forma a diminuir as divisões económicas, sociais e culturais do mundo de hoje.
O economista e professor britânico Paul Collier explica como podemos salvar o capitalismo de si próprio – e como nos podemos libertar da bagagem intelectual do século XX. Ao longo do livro explica como se podem construir identidades nacionais inclusivas apesar do enorme fluxo de migrantes existente; de que forma se podem redesenhar empresas com propósitos que vão além do mero lucro; como se pode tornar mais comum o trabalho com significado; e como uma emergente subclasse de famílias destruturadas pode ser tratada através do “maternalismo social”, em vez do “paternalismo social”, dependente do Estado.
Segundo ele, a expectativa de qualidade de vida das novas gerações é de que viverão em piores condições que os seus pais viveram; os trabalhadores receiam que as suas capacidades sejam desvalorizadas; as populações rurais ressentem-se do crescente fosso que as afasta das metrópoles. Fundamentalmente, o capitalismo perdeu a sua orientação moral. As sociedades estão a polarizar-se em antigas identidades antagónicas, como o nacionalismo e o marxismo, contra uma nova elite globalizada.
