E para terminar, um livro fora da série digital. O filme chegou agora, o livro já aí andava. A Cidade Perdida de Z pode ser lido como um romance, como um livro de explorações, como um texto de quasidivulgação científica. Mas pode também ser lido como um trabalho sobre as consumações do propósito. Atuar com um propósito dá significado à vida. Mas há propósitos que se tornam obsessões.
E quando assim acontece, podem tornar-se destrutivos, na exploração amazónica como na vida em geral, incluindo a liderança.
